Bem vindo ao meu espaço

Uma página aberta para a reflexão e restauração da saúde do pastor e de sua familia.

sábado, 11 de fevereiro de 2012

LIDERANÇA VISIONÁRIA


A Bíblia nos diz (tradução livre da versão King James) que "Onde não há visão, o povo perece" (Pv 29.18). Algumas traduções usam a palavra "revelação" (NVI) ou "profecia" (Almeida 21) em vez de visão, porém a ideia de "direção futura" permanece a mesma. A visão começa com Deus e é comunicada por meio de líderes.

A visão não brota das próprias fantasias e emoções humanas do líder; antes, Deus é quem comunica sua visão a nós e até mesmo nos concede a graça de responder. Bill Beckham escreve: "Esse tipo de visão não é algo que eu possa alcançar, mas que me alcança. Eu não ajo sobre essa visão; é ela que age sobre mim... A visão é algo que trabalha em nossa vida, não algo que nós fazemos".

Humanamente, talvez a visão possa ser melhor descrita como o relacionamento entre o arquiteto e os trabalhadores da obra. Antes que a construção possa de fato ser iniciada, deve haver uma planta. Essa é a lição que Stephen Covey gostaria que entendêssemos. Ele se refere à visão como a primeira criação. Covey crê que é a tarefa primordial do líder nutrir essa primeira criação. Outros podem colocar a visão em prática, mas os líderes geram a visão.
Trabalhei com muitos pastores e líderes ao longo dos anos, e percebi que a liderança visionária tem um papel essencial para mover a igreja adiante e evitar o desânimo diante de obstáculos.
Acabo de voltar do Brasil, onde ministrei em uma conferência realizada por uma impressionante igreja em células de 3.000 células e 25.000 pessoas. Quando ouvi pela primeira vez o pastor sênior, pensei comigo: "Esse homem é um líder visionário". Ele claramente comunicou com as novas instalações da igreja a razão porque estavam reunidos, e o notável futuro pelo qual deveriam orar e trabalhar.
Tudo o que disse estava solidamente baseado nas Escrituras. Ele não estava simplesmente proferindo empolgadamente pensamentos positivos ou sonhos pessoais. Antes, ele pregou razões bíblicas para multiplicar os pequenos grupos que alcancem os perdidos para Jesus.
A maioria das igrejas é menor e está em países que não experimentam o mesmo avivamento que no Brasil. Numa situação em que a igreja é menor e o solo é mais duro, o pastor titular deve encorajar os membros e os líderes de célula a seguir em frente e crer que Deus fará milagres. A tendência em situações difíceis como essa é a de expressar dúvida e frustração. Líderes visionários, por outro lado, firmam-se nas promessas de Deus e as declaram às pessoas.

 Pr. Joel Comiskey

terça-feira, 7 de fevereiro de 2012

EM BUSCA DE SEUS DISCÍPULOS

Texto Bíblico: João 21

Jesus escolhe seus discípulos e convive com eles por 3 anos e meio. Revela-se como o messias, o prometido de Deus, ensina-lhes acerca do reino de Deus. Muitas vezes os advertiu que era necessário sacrificar-se, morrer e ressuscitar logo em seguida. Assim o mestre completaria sua missão. Mas quando Jesus é capturado, julgado, espancado, crucificado e morto, todos se dispersam. Se espalham por lugares diferentes com projetos de vidas diferentes.
O grupo de discípulos desse texto decide pescar. Agora a comunidade chamada igreja que Jesus iniciou com eles estava desfeita (pelo menos na cabeça deles). A comunhão desintegrou-se.
Perder o convívio da comunhão com os demais discípulos (igreja) é algo comum de acontecer até hoje. Por diversas razões, nos vemos longe da igreja. Era o caso dos discípulos nesse texto. Jesus busca seus discípulos, onde quer que estejam, independente do que estejam fazendo.
As vezes uma frustração, distração, decepção com outros crentes, cansaço ou mesmo o desânimo que pode se abater sobre nós, e quando nos vemos, perdemos os laços e prazer de ser e pertencer a comunidade. Ilustrando ao caso do texto, ousamos conjecturar: Parece que Jesus ausentou-se da igreja desse nosso tempo.
O que temos de pensar é o seguinte: Será que o Senhor abriria mão de nós tão facilmente? Deixaria que seus amados escolhidos permanecessem longe do corpo?

Um membro longe do corpo necrosa e morre.

O Jesus ressurreto em Sua grande sabedoria, escolheu e aproveitou o momento em que esses 7 discípulos estavam juntos (v.2) para restaurar-lhes a fé e falar-lhes ao coração. Percebemos no texto que sem a direção de Jesus e afastados da comunhão do corpo eles pareciam estar num barco que não levava à lugar nenhum. (v.3). Confiar em suas próprias habilidades não trazia os resultados positivos que esperavam. Pescaria fracassada e muita frustração. Mas Jesus estava ali, próximos a eles, com uma intenção específica: Trazê-los de volta para o caminho.
E como o Senhor faz isso? Deu uma grande bronca neles? Passou um sermão? Apontando o dedo e questionando o que eles faziam ali, ou por que dispersaram? Não!! O mestre usou um recurso cada vez mais escasso hoje em dia: Amor! Jesus manifestou Sua presença bondosa no meio deles (v.1). Ele decidiu revelar-se aos seus amados, ensinar-lhes que jamais os abandonaria, mesmo que eles o abandonasse.
Jesus poderia ter jogado na cara deles: - Vocês não poderiam voltar à pesca, porque Eu os fiz pescadores de homens e vocês largaram as redes para me seguir, lembram? (Mc.1.17). O mestre compreendia a necessidade de cada um levar o sustento para casa, afinal, tudo parecia tão perdido...Mas isso apenas agravaria ainda mais suas dores.
Igreja não é local para se imputar feridas nos outros.

Brennan Manning escreveu
“A igreja institucional tornou-se alguém que inflige feridas nos que curam, em vez de ser alguém que cura os feridos”.

 O Senhor então participa do cuidado material deles, indicando onde deveriam lançar as redes (v.6). Eles precisavam de direção espiritual, e nós também.
Pacientemente o Senhor se deu a conhecer a eles (v.7). Como? Por suas palavras e sua generosidade. A memória deles foi ativada a lembrarem da primeira vez que o viram, foi em situação semelhante (Lc.5.4..).
Alguém (João) identifica o estranho como sendo o Senhor, isso gerou um rebuliço geral e todos se apressam em chegar logo à praia (a fé e a esperança volta a encher seus corações).Inclusive Pedro, que pescava nu, veste-se rapidamente e mergulha apressadamente ao mar para revê-lo, seria um reencontro restaurador, principalmente para Pedro. Na praia peixes assados na brasa e pão em quantidade (v.9). O que isso representava? Um convite à comunhão , chamado a continuidade, a intimidade e ao relacionamento. O cenário acendia as lembranças de que tudo continuava como sempre. O verso 12 nos convida: “Vinde, comei”. Essas palavras são conhecidas: A ceia remonta esse cenário.
Pães e peixes também fazem lembrar do milagre da multiplicação dos pães e dos peixes, onde um garotinho contribuiu para a multidão se alimentar.
Jesus queria reacender a fé em seus corações e usou os símbolos e elementos que eles já conheciam.
Não precisamos de nada novo em nossa formação espiritual, mas sim voltar as raízes antigas das escrituras.
Jesus estava lhes passando uma mensagem: “Tudo está como antes, inclusive Eu”. Nada mudou. Quanto a minha presença e o meu amor por vocês. Ainda que vocês desanimem, fracassem, errem, se dispersem, Eu os amarei incondicionalmente.

“Não há nada que façamos de tão bom para que Deus nos ame mais; nem algo de tão ruim para que nos ame menos”.

Jesus tem um papo mais estreito com Pedro, que o havia negado. Deu-lhe a chance de consertar as coisas e provar o seu amor.
Em momento algum questionou ou lembrou a negação de Pedro, não cobrou os erros do passado. Não fez acusações, não o criticou.

Mas decide perguntar: “Você me ama?” (v.15, 16,17) Ágape. Mas Pedro não conseguia amá-lo como era amado, então sempre responde: Phileo, carinho, ternura. Jesus é paciente e sabe que o amor de Pedro por Ele crescerá e arderá mais na frente. Aceita-o mesmo não sabendo amá-lo plenamente. Não conseguimos amar ao Senhor como Ele merece! 
Jesus usa mais uma expressão forte com Pedro que nos diz respeito hoje como discípulos:

3 Verbos do discípulo em restauração

a) Vinde (v.12) (comunhão com pão e peixes)e, também um convite ao descanso, já que estavam exaustos de uma pescaria fracassada, suprir o físico. Vinde também insinua a restauração emocional e espiritual, confirmando que o mestre está vivo. Reacendendo a fé.

b)Apascenta (v.15,16) (cuida dos outros em meu nome); Pastoreie as ovelhas perdidas e gente sofrida, assista aos necessitados, evangelize, discipule, pregue, treine, dedique-se as pessoas.

Ele conclui com c) segue-me (v.19 e 22). Venha comigo, abra mão de seus projetos pessoais e de suas habilidades. Perca sua vontade própria e Me obedeça. Passe pelo que eu passei e ande em intimidade comigo, venha atrás de mim. Faça o que eu faço!
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Concluindo
Assim também nós, discípulos modernos do Senhor e, podemos nos encontrar desconectados do seu corpo (igreja).  Famosos como Pedro e Natanael ou anônimos como os dois que não tem seus nomes revelados.
Nossa natureza nos empurra para o afastamento e isolamento.
E mesmo advertidos de que conviver com outros não é tão simples, mas nem por isso deveríamos nos dispersar, nós cedemos..
Tendemos a nos espalhar e vivermos individualmente nossas vidas sem ajuda ou interferência uns dos outros. Decidimos então fazer do nosso jeito a pescaria, confiando apenas em nossas habilidades e capacidades naturais.

Cansamos também fisicamente, nosso emocional se desgasta, ou talvez uma frustração e decepção vão nos empurrando à vida de isolamento. No fundo ninguém mais agüenta ‘religiosidade’, farisaísmo e rituais. Todos, na verdade buscamos e precisamos de espiritualidade. Queremos, precisamos e podemos ser nós mesmos. Ansiamos por retirar as máscaras e desfazer os tipos! Um Grito está preso dentro de nossa alma: Liberdade!!
E quando pensamos que ninguém mais se preocupa com a gente, até o próprio Deus, eis que Ele se manifesta. E apesar das pessoas nos descartarem tão facilmente; Ele não. Pagou um preço muito caro para abrir mão da gente.
Ele nos escolheu para formarmos o seu corpo vivo na terra, então vai se revelando a um, que vai avisando aos outros. Vai se dando a conhecer à nós, que carecemos de comunhão autêntica e relacionamentos.
Sem a direção d’Ele a vida parece ser um constante prejuízo (não pegamos nada).E sem crítica ou acusação, Jesus decide mostrar-nos o caminho de volta, o Seu caminho . Ele quer assumir novamente a direção de sua vida. Só se você deixar, é claro! Seria um recomeço. Vencer e curar o passado de decepção e dor e se reinventar no Senhor para seguir na caminhada da fé. Deus nos renova o convite: “Venham e comam”. Partilhem meu peixe e a mim, que sou o pão entre vocês.
Vocês precisam uns dos outros. Começo a Restaurá-los porque muitas de minhas ovelhas estão aflitas e feridas sem pastor e sem rebanho. Vocês podem formar um rebanho e apascentá-las. Ainda tenho muita gente nessa cidade.Finalmente nos convoca: Sigam-me.
Pedro e os outros 10 apóstolos voltaram a se reunir como Igreja, conforme orientação do Senhor:
“E enquanto participavam de uma refeição com eles, ordenou-lhes que não se ausentassem de Jerusalém, mas que esperassem a promessa do Pai.
Subiram ao cenáculo, onde estavam Pedro e João, Tiago e André, Felipe e Tomé, Bartolomeu e Mateus; Tiago filho de Alfeu, Simão, o zelote , e Judas, filho de Tiago.
E unidos, todos se dedicavam a oração...“ (Atos 1.4,13,14)

 Encheram-se do Espírito Santo (Atos 2) e revolucionaram o mundo como Igreja.
Deus fez isso com pessoas que antes estavam dispersas e desanimadas.

No amor de Jesus
Pr. Silvio Duque

quarta-feira, 18 de janeiro de 2012

Como a Mão de Deus pode ser vista na Vida do Líder

Jó declarou certa vez que “a mão de Deus o formara”... indicando que as ações divinas agiam nele desde a formação genética, bem antes de nascer. E ao longo de sua experiência de aflição e agonia Jó ensinou que a metáfora da ‘mão de Deus’ era sinal de Sua presença e e Suas ações a seu favor.
Nenhum de nós abriria mão da presença ativa de Deus e sua bondade; no entanto, a mão de Deus não é como a mão do homem, e por isso muitos se frustram, se decepcionam. 
Neemias foi um líder sensível que gostava de reconhecer o agir do Senhor em sua vida, compreendendo também a direção que Deus dava à sua jornada. E o termo que gostava de usar era: “Porque a boa mão do meu Deus era comigo” (2.8 e 18). Quais eram as evidências ou ocasiões em que Neemias e todo líder pode identificar a mão de Deus em sua vida? Como a mão de Deus pode ser percebida na vida de um líder espiritual?

A mão de Deus é percebida na vida do líder inconformado com a desgraça na vida as pessoas.
Sair da zona de conforto, deixar um cargo de confiança do governo da assíria, abrir mão de tranqüilidade material para pensar em pessoas sofridas e abandonadas em Jerusalém, chorar e orar por essas pessoas, jejuar e confessar por elas, é ação do Espírito de Deus na vida de um líder. Diferente do filho pródigo, que deixou uma vida de miséria por uma de fartura na casa do pai; Neemias trocou a fartura do palácio de Artaxerxes para estar nos escombros de Jerusalém.
A presença acentuada do Espírito nos faz rever valores, empreender planejamento e ações concretas para beneficiar os outros. Encarar uma jornada cheia de incertezas e desafios, pondo a própria vida em risco, só mesmo pela mão de Deus.    
Vejo a mão de Deus na vida dos missionários morávios, que se venderam como escravos para evangelizar os trabalhadores de um fazendeiro pagão.

A mão de Deus é encontrada quando os líderes se apóiam mutuamente
Neemias temia não obter apoio do rei para o seu projeto de ir à Jerusalém restaurar tanto os muros quanto a vida de seu povo. Mas suas orações pedindo quebrantamento para o coração do rei funcionou e Neemias diz que viu a mão de Deus no apoio que recebeu de Artaxerxes. Apoio de várias maneiras, cartas para transitar livremente na região, retirada de material para construção de sua casa e do templo, mantimento para os homens que estavam com ele, proteção dos salteadores através de oficiais e soldados.
Percebemos também o vazio e o afastamento de Deus quando seus líderes não se apóiam mutuamente nem cooperam uns com os outros quando os projetos tratam de beneficiar pessoas, restaurando-as da opressão e do caos. Hoje temos muitos líderes insensíveis e indispostos a apoiar outros, pois estão mais focados em si mesmos, míopes em relação ao reino, enxergando apenas seus umbigos e interesses pessoais.
A presença de Deus é percebida no líder, ou em líderes que apóiam projetos que restaurem a dignidade e a espiritualidade das pessoas, mesmo que sejam de outras religiões, igrejas ou denominações.

A mão de Deus é revelada nas palavras de motivação.
Dedicar-se na obra de Deus é privilegio, certamente; mas também é um desafio cheio de obstáculos. Ir em direção àquilo que Neemias ia não era para qualquer um, não seria fácil pois o desânimo facilmente poderia tomar conta de seu coração. Sem falar nos inimigos que já o aguardavam em Jerusalém: Sambalate e companhia. O diabo de manifestaria para levar ao líder o medo, o cansaço e a desmotivação.
Neemias percebeu a mão de Deus nas palavras de motivação de outro líder.  O rei lhe falou favoravelmente, o animou com palavras de valorização pessoal. Como precisamos de motivadores hoje, pessoas com palavras que nos ponham para cima, que nos incentivem, que reconheçam nossas qualidades e virtudes e que digam isso para nós.
Deus foi pioneiro em motivar seus servos ao longo de toda a história: Quando Moisés buscava desculpas, o Senhor o motivou – quando o medroso Gideão se auto depreciava Deus o chamou de homem valoroso – Após Pedro tê-lo negado mandou que apascentassem seus rebanhos. E tantos outros na Bíblia foram motivados e encorajados pelo próprio Deus.
Deus está presente na vida de pessoas que levantam as outras, que as encorajam e as fortalecem diante de seus desafios e missões.

A mão de Deus é percebida do pouco para o muito; e não do muito para o pouco.
Um homem na presença de Deus pode facilmente entender que é maioria tendo o Senhor à frente. Neemias tinha um desafio enorme nos ombros e não tinha centenas de pessoas ao seu lado quando tudo começou. No capítulo 2.12 consegue ver a mão de Deus a seu lado mesmo com poucas pessoas com ele. Para muitos, Deus só está no negócio quando se consegue adesões da maioria, ou então quando a assembléia decide. Nem sempre o que uma assembléia decide é a vontade de Deus.
Jesus ensinou que estaria presente no meio de dois ou três. Temos a mania de querer começar grande e com muita gente, mas esquecemos que o evangelho tem valores às avessas e os poucos podem ser maioria. Não tenha medo de começar pequeno, sem grandes adesões, Deus pode revelar-se com poucos por causa de sua suficiência para nós.     

Aguardem. Trabalharemos melhor esse livro de Neemias e as manifestações da mão de Deus na vida do líder.

Silvio Duque
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quinta-feira, 29 de dezembro de 2011

2012 - TEMPO DE APRENDER E CRESCER

Eu, Girlaine e nossos filhos podemos declarar que a nossa familia está melhor. Sim, Deus hoje tem levantado ministros e ministérios para oferecer suporte de qualidade à família cristã brasileira. Só não vive melhor quem não quer; só deixa de ter qualidade e espiritualidade no casamento e na relação paterna quem não quer investir tempo. Separo este espaço para estimular você e seu conjuge a buscarem juntos apoio e ajuda recomendando o Curso Educação de Filhos à Maneira de Deus. Com certeza sua familia será melhor em 2012, consequentemente sua Igreja também, e a sociedade é quem vai ganhar muito com isso. O curso tem duração de 15 semanas e aborda os seguintes tópicos:

1 - Os Fundamentos de Educação de Filhos à Maneira de Deus
2 - Como Criar uma Criança Moral
3 - Começando certo
4 - Como dizer "Eu Te Amo'
5 - O Mandato do Pai
6 - A Consciência do seu Filho
7 - O Respeito pelas Autoridades e Pais
8 - O Respeito pelos mais Velhos e Companheiros
9 - Princípios de Obediência
10 - Disciplina com Encorajamento
11 - Disciplina com Correção
12 - As Consequências e a Punição
13 - Arrependimento, Perdão e Restauração
14 - Questões de Disciplina (Parte um)
15 - Construindo uma Familia Saudável

Sua familia vai agradecer imensamente a iniciativa de buscar conhecimento a fim de promover enriquecimento espiritual e emocional para dentro de seu lar. Entre hoje mesmo no site da Universidade da Família ou na PIB Trindade e busque mais informações. Aprenda e cresça em 2012 ainda há tempo.


Carinhosamente,

Silvio Duque
 

quarta-feira, 21 de dezembro de 2011

PERSONAGENS DO NATAL - Parte 2


Um casal prá lá de especial aparece com um papel especial nos registros do nascimento de Jesus. Trata-se de Zacarias e Izabel. Um  casal de velhinhos que deu maravilhoso testemunho em toda a sua vida. Eles aparecem no primeiro capítulo dos registros de Lucas. Levavam uma vida piedosa diante de Deus e eram considerados ‘justos’ e ‘irrepreensíveis’ (v.6).
Levar uma vida séria e íntegra mesmo quando o maior dos sonhos não se realizou, ou pelo menos , por enquanto, nem sempre é tão fácil assim. Ansiavam ter filhos mas, Izabel era doente e incapaz de engravidar. E  mesmo na velhice não abriam mão de seu compromisso no ministério. Na lei judaica um sacerdote nunca se aposenta. Essa é uma excelente lição para nós, como ministros do Senhor, não há aposentadoria, nem mesmo na eternidade. Lá será lugar de adoração e serviço.
A manifestação de Deus a esse casal é encantadora. Mesmo já velhos, para os homens, fora da idade de pensar em pediatria (crianças); talvez seria mais provável meditar em geriatria. Mas não foi isso que Deus planejou, Izabel engravida deixando parentes e amigos assombrados . O melhor de Deus estava reservado para o fim, a história ainda não havia acabado, nunca acaba! O Senhor deu àquele casal um filho prá lá de precioso, que preparou a chagada do messias com excelência e espiritualidade. João Batista deixou um legado de um homem disposto a dar sua vida pelo que acreditava.
O anjo disse a Zacarias: “A tua oração foi ouvida” (v.13). Um casal de devoção que se debruçavam diante de Deus em busca de um milagre, e ele aconteceu, talvez num tempo improvável, onde ninguém mais aguardava uma dádiva, contrariando as leis da ciência, um casal de avôs viveu a paternidade. Glória a Deus, pois para Ele nada pode ser impossível.
A felicidade os visitou com porções dobradas nos dias em que o Senhor aprontava a terra para receber Seu amado Filho, Jesus. Isso pode ser um sinal para você de que nada está perdido, que existe uma chance de seus sonhos serem realizados em Deus. De que vale a pena continuar insistindo em sua devoção e permanecer ministrando o seu sacerdócio às pessoas.
Zacarias não resistiu de tanta felicidade e celebrou um dos cânticos mais famosos do Novo Testamento (Lc.1.67), que a língua latina intitulou de ‘Benedictus’, que vem da palavra introdutória “Cheio do Espírito Santo”, que indica a natureza profética do cântico.
Creia que Deus porá um cântico de celebração em seus lábios, porque aquilo que tanto almeja ‘pode’ acontecer. Não desista pois para o Senhor nunca se é velho demais e, tarde demais para Ele não existe.

21/12/2011
Silvio Duque      

terça-feira, 13 de dezembro de 2011

PERSONAGENS DO NATAL - Parte 1

A chegada de Jesus ao mundo foi registrada de forma sublime pelos evangelistas Mateus e Lucas, com uma riqueza de detalhes impressionante e, envolvendo muitas pessoas. Sem dúvida a celebração do Natal é um dos marcos da história da cristandade, apesar de não ser o centro dela, visto que Jesus fez mais ênfase à Sua morte do que seu nascimento. Mas percebemos que muitas pessoas tiveram experiências incríveis antes, durante e após o nascimento do messias, o Filho de Deus.
Escreverei nas próximas postagens sobre algumas dessas pessoas e o que podemos aprender com elas.

DEUS , o Pai é a principal pessoa de toda essa história. Sem Ele a experiência do Natal seria inviável. Ele traçou um brilhante plano para se aproximar de sua maior paixão: você! O Pai abriu mão da relação plena que desenvolvia com Seu filho num ambiente perfeito, e sabendo que Jesus não só nasceria; mas que também sofreria e morreria aqui na terra. Pensar em Natal sem fazer essas devidas reflexões é esquecer 90% de suas raizes.
A partir da vontade de DEUS, o Natal tomou toques angelicais, sim, mensageiros da parte do Pai amoroso são enviados à terra para anunciar a chegada de Seu filho. Zacarias se assombrou com um deles, Maria se encantou e, também cantou, pois o nascimento de Jesus revelava o que por muitos anos a nação israelita não via: As manifestações da glória de Deus. Os anjos deram um toque divino e belo em todo o ambiente e as pessoas agora tinham a certeza de que Deus estava fazendo e trazendo algo especial à terra, ainda que não soubessem ao certo de quem ou o que se tratava.  
Quem teve a idéia de que Jesus precisaria de alguém que o anunciasse ao povo? Quem fez Izabel gerar um filho na velhice para que a voz do que clama no deserto tivesse voz? Quem deixou Zacarias mudo? O Pai fez todas essas coisas (Lc.1.24...).   
Foi o Pai que escolhera Maria, revelou-se a ela sem forçá-la a nada, fazendo-a uma privilegiada em poder gerar em suas entranhas o Maravilhoso Filho de Deus. Foi Seu Espírito que gerou o menino no ventre da virgem. Ele revelou-se com ternura e amor à ainda jovem que nem casada era, estava comprometida com José, que quase desiste do futuro casamento. Não foi Deus que em sonho revelou-se a José, fazendo-o a mudar de idéia?  (Mt.1.20).
Não foi o Pai que criou a estrela que guiou os magos do oriente até Belém? E não foi o Senhor DEUS que avisou milagrosamente aos magos que não voltassem à Herodes, que já tramava matá-los? E quando percebeu-se enganado Herodes volta sua ira para o menino, que precisou fugir para o Egito. Quem alertou José para empreender fuga? Não foi o Pai? (Mt.2.13). E quem determinou o retorno de José, Maria e Jesus para a Judéia? Não foi o Senhor DEUS? (Mt.2.19).
Deus, o Pai de amor, agiu intensamente para trazer Seu filho à humanidade e vimos Seu Espírito Santo plenamente envolvido no Natal. Por isso que começo essa série de reflexões natalícias com a personagem principal da história do Natal: O eterno Pai!

Silvio Duque
   

quinta-feira, 1 de dezembro de 2011

O PACTO

Em 1752, um grupo de homens apelidados "Metodistas", entre os quais João Wesley, assinou o seguinte pacto, que cada um colocou na parede de seu escritório:

Fica estabelecido entre nós, que assinamos este documento:

Que não ouviremos, nem procuraremos saber de más informações a respeito uns dos outros;
Que, no caso de ouvirmos algum mal uns dos outros, não seremos afoitos em acreditar;
Que, tão logo seja possível, comunicaremos, oralmente ou por escrito, à parte acusada, aquilo que ouvimos;
Que enquanto não tivermos feito isso, não comunicaremos a qualquer pessoa uma só sílaba do que ouvimos;
Que nem o mencionaremos, depois, a outra pessoa qualquer;
Que não faremos exceção a nehuma destas regras, a não ser que nos julguemos absolutamente obrigados, em reunião do grupo, a fazê-lo

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